Deus escolhe as Mães
Deus pairou sobre a Terra, selecionando o seu instrumento de propagação com um grande carinho e compassivamente, enquanto Ele observava, Ele instruía seus anjos a tomarem nota em um grande livro:
- Para a mãe Sebastiana, um menino e o anjo da guarda Mateus.
- Para a mãe Maria, uma menina e como anjo da guarda Cecília.
- Para a mãe Fátima, gêmeos, e como anjo da guarda, mande Gerard.
Pronunciando um nome, sorri e diz:
- Dê a ela uma criança deficiente.
O anjo cheio de curiosidade pergunta:
- Por que a ela Senhor? Ela é tão alegre...
- Exatamente por isso. Como eu poderia dar uma criança deficiente para uma mãe que não soubesse o valor de um sorriso? Seria cruel.
- Mas será que ela terá paciência?
- Eu não quero que ela tenha paciência porque, com certeza, se afogará no mar da autopiedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passar, ela saberá como se conduzir.
- Senhor, eu a estava observando hoje, ela tem aquele forte sentimento de independência. Ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não vai ser fácil.
- E além do mais, Senhor, eu acho que ela nem acredita na sua existência.
Deus sorri.
- Não tem importância. Eu posso dar um jeito nisso. Ela é perfeita. Ela possui o egoísmo no ponto certo. O anjo engasgou.
- Egoísmo? E isso é, por acaso, uma virtude?
Deus acenou um sim e acrescentou:
- Se ela não conseguir se separar da criança de vez em quando, ela não sobreviverá. Essa é uma das mulheres que eu abençoarei com uma criança menos perfeita. Ela ainda não faz idéia, mas ela será também muito invejada. Sabe, ela nunca irá admitir uma palavra não dita, ela nunca irá considerar um passo adiante uma coisa comum. Quando sua criança disser 'mamãe' pela primeira vez, ela pressentirá que está presenciando um milagre. Quando ela descrever uma árvore ou um pôr do sol para seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra. Eu a permitirei ver claramente coisas como a ignorância, crueldade, preconceito e a ajudarei a superar tudo. Ela nunca estará sozinha. Eu estarei ao seu lado cada minuto de sua vida, porque ela estará trabalhando junto comigo.
- E quem o senhor está pensando em mandar como anjo da guarda?
Deus sorriu.
Dê a ela um espelho, é o suficiente!'
Acreditando na Educação Inclusiva e fazendo a Inclusão acontecer de fato e de direito nas Instituições Escolares.
domingo, 11 de maio de 2014
sábado, 10 de maio de 2014
FELIZ DIA DAS MÃES A TODOS QUE LEREM ESTA MENSAGEM.
Em nome da minha mãe DAMAZIA DANTAS, quero parabenizar a todas as mães que lerem esta mensagem:
Com a minha mãe DAMAZIA, eu aprendi tudo o que sei e sou hoje. Obrigada por tudo mamãe, você é e sempre será a melhor mãe do mundo.
Mãe, você me ensinou a me importar com as pessoas, a perceber seus sentimentos e compreender seus problemas.
De tudo o que você me ensinou, estas devem ser as coisas mais importantes e são também as qualidades que eu mais gosto em você
Então mãe, no seu dia, eu quero dizer a você o quanto você significa para mim, e não só porque você é a minha mãe, mas também por ser uma pessoa que eu admiro e amo muito.
Você é hiper, super mãe. É uma joia rara e preciosa que Deus me presenteou. Amo-te muito.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Trailer Meu nome é Radio (Legendado Pt-Br)
SINOPSE DO FILME “MEU NOME É RÁDIO”
Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time, que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem "lento", James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabe o nome dele, pois ele não fala e só perambula em volta do campo de treinamento. Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma "brincadeira" de péssimo gosto, que deixa James apavorado. Tentando compensar o que fizeram com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação. Como ainda não sabe o nome dele e pelo fato de ele gostar de rádios, passa a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é tentar não repetir uma omissão que cometeu quando garoto.
sábado, 26 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
As cores das flores
Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores. O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir
Glee Imagine Legendado em Português
A musica de John Lennon "Imagine", em LIBRAS por um coral de surdos. A letra fala sobre a realidade vivida por eles que nos convida a juntar-se a eles.
domingo, 20 de abril de 2014
A SURDOCEGUEIRA E A DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA, EM SUAS DIFERENÇAS, NECESSIDADES BÁSICAS E ESTRATÉGIAS PARA AQUISIÇÃO DA COMUNICAÇÃO
A surdocegueira é uma terminologia adotada
mundialmente para se referir a pessoas que tem perdas visuais e auditivas
concomitantes em graus diferentes. Portanto a Lei 7.853, de 24 de outubro de
1989 define como “Deficiência múltipla – a associação, no mesmo indivíduo, de
duas ou mais deficiências primárias (intelectual / visual / auditiva / física),
com comprometimentos que acarretam consequências no seu desenvolvimento global
e na sua capacidade adaptativa”. “Considera-se uma criança com deficiência
múltipla sensorial aquela que apresenta deficiência visual ou auditiva,
associada a outras condições de comportamento e comprometimentos, sejam elas na
área física, intelectual ou emocional, e dificuldades de aprendizagem.”
(MEC/SEESP/2006).
A surdocegueira é uma deficiência única em
que o individuo apresenta ao mesmo tempo perda da visão e da audição. É
considerado surdocego a pessoa que apresenta essas duas limitações independente
do grau das perdas auditiva e visual. A surdocegueira pode ser congênita ou
adquirida, não é deficiência múltipla. De acordo com o fascículo (AEE-DM) elas
estão divididas em quatro categorias: Pessoas que eram cegas e se tornaram
surdas, que eram surdos e se tornaram cegas, pessoas que se tornaram surdocegas
antes de terem aprendido alguma linguagem individual, e pessoas que nasceram surdocegos, que tem resíduo visual que permite orientar-se pela
luz, facilitando a mobilidade e com apoio de alto contraste é possível ter
percepção de objetos, pessoas e escrita ou símbolos . Demonstram dificuldade em observar, compreender e imitar o
comportamento de membros da família ou de outros que venha entrar em contato,
devido á combinação das perdas visuais e auditivas que apresentam.
Já a Deficiência múltipla é quando uma pessoa apresenta mais de
uma deficiência, é uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de
pessoas, revelando associações diversas que afetam, mais ou menos intensamente,
o funcionamento individual e o relacionamento social”. Buscando respaldo e
baseado no fascículo (AEE- DMU). As pessoas com deficiência múltipla apresentam
características específicas e peculiares, com necessidades únicas. Não
apresentam necessariamente os mesmos tipos de deficiência, podem apresentar
cegueira e deficiência mental; deficiência auditiva e deficiência mental;
deficiência auditiva e autismo e outros. Por isso, faz-se necessário dar
atenção a dois aspectos importantes: a comunicação e o posicionamento. As
principais necessidades dos surdocegos e das pessoas com DMU se concentram em
disponibilizarmos mecanismos e recursos em busca de favorecer a
aprendizagem da leitura, em registro simbólico, gestual, verbal entre
outros; As Deficiências Múltiplas, são os quadros em que o indivíduo
apresenta deficiências associadas, sendo duas ou mais e é um quadro bastante
frequente entre alunos que tem quadros mais graves, mais acentuados e cujos
comprometimentos tendem a ser intensos, especialmente no que se refere ao seu
acesso educacional e progressão (MEC, 2002).
Ao analisarmos e
refletirmos no que se diferenciam esses dois conceitos, vemos que enquanto a
surdocegueira é a ocorrência concomitante da perda parcial ou total da audição
e da visão e a abrangência desses comprometimentos, a Deficiência Múltipla é um
quadro plural, de mesma forma, mas que não se refere unicamente a dois quadros
(podendo apresentar mais) e que é ancorada em uma tríade de comprometimentos
concomitantes, a saber, físicos, mentais e sensoriais.
Com relação as
necessidades básicas desses alunos que apresentam surdocegueira ou deficiência
múltipla, são semelhantes. Pois com o aluno surdocego, o que existe é uma
grande necessidade de desenvolvimento de estratégias de interação com o meio,
para que o aluno possa desenvolver mais eficientemente o aprendizado e
especialmente, seu potencial de comunicação, especialmente se for uma condição
anterior a aquisição da fala, bem como suas estruturações de percepção de
mundo, para que possam se alocar e organizar dentro de um ambiente cheio de
estímulos aos quais muitos deles não podem compreender, ajustando-se ao
ambiente externo. Enquanto que nos casos de Deficiência Múltiplas podem ser
divididas em: necessidades físicas e médicas, necessidades emocionais e
necessidades educativas, sendo assim há a necessidade de uma maior Tecnologia Assistiva,
no sentido de suprir as suas necessidades da tríade física, mental e sensorial,
oportunizando a construção de esquemas de compensação que permitam o seu
aprendizado. Sendo que ambas demandam estudo intenso, e o surdocego requer
amplo suporte didático, metodológico e multidisciplinar, ao passo que os que
possuem surdocegueira têm maior necessidade de adaptações (embora também exista
essa necessidade, para garantia de uma boa equiparação de aprendizagem). De
modo semelhante, requerem suporte para que possam se inserir e se comunicar sem
o uso da linguagem oral ou com adaptações da mesma, por meio de gestos manuais,
faciais, corporais, fotografias, símbolos, qualquer tipo de recurso que venha a
nivelar a sua necessidade de modo temporário ou definitivo, permitindo a sua
interação com o meio e suprindo as suas necessidades.
Em ambos os casos as estratégias a serem utilizadas para a
aquisição da comunicação precisam e devem ser metodologicamente diferenciadas para o desenvolvimento da comunicação e sua aquisição são
associadas as tecnologias assistivas e de comunicação alternativa. Esses são
recursos nos quais o professor interfere para permitir a comunicação, o
aprendizado e também o progresso acadêmico e suas atividades gerais, com
adaptações ou modelagens próprias metodológicas, didáticas ou de qualquer
natureza. São recursos que também servem para a inserção educacional do aluno
em jogos e brincadeiras complementares e que, por essa razão, servem
diretamente não apenas para o aprendizado, mas para a contextualização social
da criança. São estratégias que variam conforme os casos e o grau de
comprometimento apresentado, realizar pontes de aprendizado para o desenvolvimento
do educando e superação e mediação de seus problemas tanto de comunicação
quanto de aquisição do conhecimento. Também
é importante que percebam e construam um meio de comunicação buscando recorrer
a estratégias, onde o foco está na metodologia mais acessível para que o aluno
se faça ser compreendido, sendo com a através de gestos, figuras em alto relevo
ou em tinta, ficha de comunicação e alternativa, etc.
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